Seria muita pretensão minha tentar descrever tão condensados 23 anos de vidas, sim vidas, pessoas com quem caminhei, com quem troquei olhares, comentários, experiências etc.
Uma breve história: sou programador autodidata, comecei a programar em 1999 com a linguagem Basic da Microsoft para ambiente DOS. A partir daí segui para a linguagem Action Script da então Macromedia, implementando websites institucionais com a mescla de HTML + Flash (AS 1/2) + XML (dados). Me aprofundei em linguagem server-side PHP 4 há cerca de 7 anos, aperfeiçoando em paralelo os padrões W3C para XHTML/HTML, CSS e JavaScript (incluindo bibliotecas como jQuery). Hoje sou entusiasta na linguagem Java e Python, as quais estou estudando. Em relação a banco de dados possuo conhecimento no MySQL e MSSQL, tanto em modelagem relacional quanto física. Tenho conhecimento em administração e configuração de servidores de conteúdo em sistemas Linux com a solução de Apache + PHP + MySQL, conhecida como LAMP. Estou aplicando parte do meu tempo no desenvolvimento de minhas habilidades em metodologias de desenvolvimento ágil, sendo uma delas a XP (Extreme Programing).
Formação: Administrador Especialista em Marketing e Pós-Graduado em Gestão Estratégica.
Quem sou? Essa é uma pergunta na qual a resposta de hoje já não seria a melhor resposta de amanhã, sou uma soma, um equação que não se acabou.
Eu: uma soma de você, do João, da Maria…
Profissionalmente: analista de sistemas, programador, administrador, entusiasta game designer, designer gráfico, cofee maker…
Um soneto que me resume é o Soneto de Fidelidade de Vinicius de Moraes:
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

by Beatriz
14 jan 2010 at 17:46
Pedro, vim te visitar…
Bateu saudade, sabe? Horas de prosa que podemos contabilizar…
Você é ‘o cara’. Parabéns por tudo que tem feito.
Um grande abraço!!!