Dunga pagando o pato

DungaDunga pagando o pato e levando Ganso e Imperador para a copa 2010.

Um soninho

Para que pensar na escuridão como o fim? Tem muito mais vivendo ali.

Para que pensar na escuridão como o fim? Tem muito mais vivendo ali.

As vezes em meio ao montinho de cobertor sinto frio.
Sem mais nem menos, um arrepio pela minha pele caminha.
Sinto medo, um medo de não voltar, um medo de não ter mais o brincar.
E o frio continua. Com sua espreita sombria. Sobre mim assobia.
Sinto esvair de mim a esperança e a vela entra na dança:
Sombra, luz, sombra, luz, sobra sombra, falta luz.
Como crescer perdendo o medo do escuro?
Como crescer e não temer mais o desconhecido, para que aquele conhecido, vire um amigo?
Eu poderia dizer se da cama pudesse descer, mas o cobertor me protege, me acolhe, me acalma.
Eu poderia ser como os heróis, mas por que quando choro todos eles se vão.
Mais uma vez o frio. Abusa da minha companhia, urra da minha apatia.
Eu o esqueço, fingo que o esqueço, apenas espero.
Logo o sono vira meu amigo, logo os sonhos serão meu abrigo.
Mas o frio ainda estará lá amanhã.

Trôpego e relutante

Sério?! Corre e vem ver
Um ser que anda e me comove
Um projeto de homem
Que não desenvolve
Olha! Para entender
O que é ser alguem
Que não tem niguem
Para lhe querer
Muda? Vida injusta
Duvido que quer!
Ser mais um homem
Desprezado por aquela mulher.

Em processo de criação.

Estou reformulando o layout desse blog e do meu portfólio, aqui também inserido, dar uma cara mais profissional. Estou preparando uma surpresa com isso. Acho que vai ser interessante. Aguardem, se há realmente alguém lendo isso!

La’amour

Pensando em todas as coisas da vida, da minha vida, da vida dos outros, das nossas vidas, pensei:

“O subverbo ou verbantivo amor é um nome muito genérico. O usamos para tentar dizer tanta coisa que absolutamente palavra alguma diria.”

Fazia tempo que não postava. Hoje senti na ponta dos dedos a falta que me fez.

Uma boa noite.

Apê novo!

Hoje recebemos a divina resposta (para uma coisa que estava à nível de a Divina Comédia). Estamos indo quinta-feira (13/08) para nosso apê! Serão quase 140 m² de pura diversão! WOOOOW! É isso galera! Agora começa nossas happy hours! Viva! =D

Dia do Amigo

Curtindo o dia do amigo com o Matosa no Ibirabuera. Muito bom o evento, vimos apenas dois shows (particularmente, os melhores) apreciamos o André Valadão e o Rosa de Saron, ambos os shows muito fodas! PARABENS À TODOS OS MEUS AMIGOS!

Banda Rosa de Saron no Ibirapuera, no Dia do Amigo.

Banda Rosa de Saron no Ibirapuera, Dia do Amigo.

O sol…

tão perto e ao mesmo tão distante

tão perto e ao mesmo tão distante

[Havia um tempo que eu não postava aqui, acho que quase duas semanas, bem isso não pode se tornar um mal hábito. Esse blog a cada postagem tem se tornado mais importante pra mim. Considero-o como um apêndice da minha mente, algo que de uma parte do que há nela foi traduzido em palavras.]

Minha chegada em definitivo em São Paulo foi bem interessante, pousei no aeroporto internacional de Guarulhos, após uma seção de taxi, muito bem acompanhada de boas conversas como as quais: “que bairro é esse?”, “que time torce” etc. enfim coisas com as quais homems falam comumente e principalemente quando não se conhecem. Por falar em comportamento masculino, adorei a parte do filme Era do Gelo 3 em que o mamute diz a sua namorada que para nós homems apenas um bom soco no braço já significa muito, (risos) como achei isso válido!

meO dia-a-dia na pensão tem sido bem interessante, tenho divido esses dias com meu amigo antigo Leonardo e com meus novos amigos Mateus e Alexandre. São pessoas maravilhosas, com quem acredito que viverei momentos inesquecíveis aqui em Sampa, selva de pedra.

Hoje estou sem muita inspiração para escrever, com muita vontade e com a sensação que teria que escrever muito mais, mas bem, não vou exigir mais de mim do que eu posso dar, pelo menos hoje não.

Ovelha Negra

Tentar é um mal que não podemos nos dar o luxo de esquivar.

Tentar é um mal que não podemos nos dar o luxo de esquivar.

Por maior negrume
houvesse depositado em meu pelo
Amor nunca foi algo
ausente nesse celeiro

Recente, talvez medido em tempo
Antigo, se traduzido em sentimento
Esse é o celeiro de minh’alma
Onde o canto suplanta o pranto

E o que o faz tão belo? Tão rico?
São as cores, os pelos
Do meu que tão negro
Contrasta com os maiores tons

E nessa colcha de retalhos
Vemos irmãos de mãos dadas
Em uma só missão…

Canção…

Oração…

Marley (Bob) e Eu

Quem diria? Há menos de uma semana da minha partida definitiva para a dominação mundial (leia-se: minha ida aventuresca para as terras de alem Sampa) já estou a discutir com meus comparças de farra quem será nosso gran-cachorro, por hora definimos que será um Labrador. Já estamos pensando nele como escalado para rondas noturnas de nossa futura zona da luz vermelha casa.

Bem, de todo modo vai ser bom te-lo como companhia, afinal, somos todos animais numa grande selva de pedra.